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Simpósio debate a necessidade de humanizar o atendimento aos pacientes

Foto: Anderson Witthoft

Simpósio debate a necessidade de humanizar o atendimento aos pacientes

O 1º Simpósio de Qualidade e Segurança do Paciente, promovido pela Organizar Eventos, iniciou na quinta-feira, dia 12 e termina no final da tarde de hoje.

O tema central das discussões realizadas pelo evento é a qualidade nos serviços prestados e formas de melhorar o atendimento aos pacientes.

O diretor assistencial do Hospital Santa Catarina, Ernandi Palmeira, explica que estudos demonstram que nos próximos anos, o tema qualidade e segurança do paciente será o principal diferencial estratégico dos hospitais e a condição primordial para a sustentabilidade para o modelo de negócio:

“Por isso, é tão importante estarmos preparados para essa nova realidade. Eventos como esse que estamos organizando são o pontapé inicial para a melhora dos procedimentos”.

De acordo com a assessoria de imprensa, quase 300 profissionais, entre médicos, enfermeiros e gestores estão participando deste evento.

Neste primeiro dia de evento, os temas abordados foram sobre:

  1. Cuidados paliativos.

  2. Importância de uma equipe multidisciplinar.

  3. Protocolo de Mews.

  4. Mesa-redonda sobre a cultura da segurança no ambiente  hospitalar.

A analista de Informações Assistenciais do Hospital Sírio-Libanês e avaliadora de Acreditação do Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), Daniella Krokoscz, falou sobre a importância de equipes multidisciplinares que avaliam o estado do paciente como um todo e não seguindo apenas critérios objetivos.

Ela lembrou que é importante dar atenção ao que os familiares comunicam sobre o paciente.

O médico e diretor científico da Associação Brasileira de Cuidados Paliativos, Ricardo Caponero, falou sobre cuidados paliativos, em sua palestra.

Segundo Caponero, por mais protocolos que existam, e sejam importantes, é necessário compreender que a medicina tem que ser humanizada:

“Somos gente tratando de gente. Temos que valorizar o olho no olho, o toque, o abraços, as informações dos pacientes. O quadro tem que ser avaliado como um todo e não por fragmentos, como alguns médicos têm feito”.

 

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