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Continuação da Rua Ingo Hering é nó difícil de desatar

Novo trecho se estenderia entre os pontos 1 e 2

Continuação da Rua Ingo Hering é nó difícil de desatar

Ivo Bachmann Jr. não tem boas notícias para dar ao Jaimes de Almeida Junior


CARLOS TONET
Repórter intrépido

Em recente coletiva à imprensa, o superintendente do Shopping Neumarkt Jaimes de Almeida Junior voltou a cobrar da prefeitura que cumpra o contrato, assinado em 1992, que prevê a continuação da Rua Ingo Hering até o Bom Retiro.

O prolongamento consiste num trecho de 300 metros que unirá a Rua Ingo Hering com a Francisco Knoch, que desemboca na Rua Cuiabá.

A Rua Cuiabá tem saída para a Rua Vitor Hering, transversal da Hermann Hering, principal rua do Bom Retiro.

Veja na foto acima trecho aproximado da localização do trajeto.

Na época o próprio Shopping construiu a primeira parte da rua Ingo Hering.

Jaimes disse que espera contar com o apoio do Napoleão e divulgou as seguintes informações:

  1. Em 2018 o empresário quer construir um hotel de bandeira internacional atrás do Neumarkt.
  2. Para isso a Rua Ingo Hering precisa ser concluída. Ela ligará a lateral do shopping ao Bom Retiro.
  3. O Neumarkt está disponibilizando 200 mil reais para ajudar no projeto.
  4. Caso a prefeitura não cumpra o acordo, ele cogita recorrer à Justiça, pois afirma ter cumprido sua parte no acordo, inclusive empenhando a própria casa para a construção do primeiro trecho da Rua Ingo Hering.

PREFEITURA ACHA DIFÍCIL E COMPLICADO

Fui falar sobre o assunto com o secretário de Desenvolvimento Urbano, o Ivo Bachmann Jr.

Ele não tem boas notícias a dar para o Jaimes e considera o caso de difícil solução.

Entre os principais entraves para a obra o secretário aponta:

  1. Custo.
  2. Mudanças no Plano Diretor.
  3. Alterações geológicas decorridas da tragédia de 2008 e escorrimentos posteriores.
  4. Questionamentos do Ministério Público em relação ao potencial construtivo da área.
  5. Não cumprimento de todas as cláusulas do acordo por parte do Neumarkt.
  6. Projetos viários de hoje precisam de cuidados bem diferentes daqueles previstos em 1992.
  7. Não existe projeto executivo.
  8. Ação civil pública em andamento trava o projeto.

Em resumo: o nó a ser desatado é grande. 

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