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Design Thinking: um olhar esclarecedor sobre a inovação

Design Thinking: um olhar esclarecedor sobre a inovação

Criar padrões para o modo de pensar, agir e viver infelizmente ainda é uma realidade. Mas esta realidade está mudando. Atualmente, com a influência da internet, as pessoas estão mais conectadas e descobrindo que seu modo de pensar e se comportar não é único.

Que ninguém está sozinho. E quanto mais compartilhamos questionamentos sobre tudo, mais soluções encontramos para facilitar a vida de todos.

Cada vez mais pessoas estão se dando conta do bloqueio mental ao qual todos somos induzidos diariamente. Desde o período escolar, somos conduzidos ao padrão. Temos que sentar em filas, fazer silêncio e ouvir os ensinamentos com hora determinada para questionar.

Temos que nos adaptar ao todo, com instruções delegadas e opções predeterminadas para que acostumemos a obedecer mais e questionar menos.

Assim segue nos ambientes de trabalho, nos núcleos sociais e na convivência familiar. Bloqueamos a nossa liberdade de pensar e de ser, e acabamos por julgar e desencorajar quem arrisca a ser livre desse sistema.    

Toda essa retrospectiva não é exagero, pois é deste processo mecânico que resultam nossos maiores problemas de comunicação e de convivência social, o que envolve a criação e desenvolvimento de produtos, serviços e projetos. É aqui que entra o Design Thinking.

Desenvolver um produto, serviço, um projeto social ou de urbanização pensando no que você acha que funcionaria para um determinado grupo de pessoas é totalmente diferente do que desenvolver depois de imergir no universo daquele grupo de pessoas.

É preciso sair da individualidade. É preciso abrir sua caixa e conhecer o mundo através de outras perspectivas para encontrar soluções realmente desejáveis e financeiramente sustentáveis.

E essa mudança envolve uma transformação nas culturas organizacionais, nos modelos de negócio e na visão dos profissionais. Todos precisam pensar na mesma direção, com foco em crescimento para todos, com base no respeito, na liberdade e na felicidade.

 

Esta é a base do Design Thinking, que possui três valores fundamentais:

Empatia – colocar-se no lugar do outro para perceber sua necessidade por completo, não apenas de um ponto de vista.

Colaboração – quanto mais pessoas, com diferentes conhecimentos e culturas, dedicadas a encontrar uma solução por meio de novas ideias, mais opções haverá para serem discutidas, selecionadas e aprimoradas.

Experimentação – é errando que se aprende. Muitas vezes, só quando vemos como algo “não funciona” é que percebemos como deveria funcionar. Então, reinicia-se o processo até encontrar a melhor forma de aplicar.

Dentro destes valores, o Design Thinking possui quatro pilares de inovações, que valorizam mais as necessidades reais e a qualidade de vida para todos, com foco maior no planejamento estratégico e menor na produção das coisas:

Sustentabilidade – com relação à sustentabilidade, de acordo com a formulação do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), é preciso trabalhar com atenção a sete pilares principais: clima, água, direitos, produção, biodiversidade, agropecuária e emprego.

Inovação tecnológica – de acordo com o relatório Digital Transformation Initiative, divulgado pelo World Economic Forum, dentro da inovação tecnológica, as formas e ferramentas para trabalhar no presente e no futuro envolvem: inteligência artificial, objetos autônomos, big data, impressão 3D, internet das coisas, robótica e mídia social.

Serviços – os serviços passam a ser mais valorizados do que simplesmente os produtos, pois viabilizam experiências de vida, não apenas uma solução momentânea. As novas relações entre empresa e cliente visam a parceria para o crescimento de ambos. O que necessita oferecer propósito e significado. Dois bons exemplos são o Uber e Airbnb.

Nova economia – como o foco agora são as pessoas e sua qualidade de vida, a nova economia visa proporcionar bem-estar e riqueza de forma contínua e crescente para todos.

 

E como ferramentas para aplicar toda essa inovação, utilizam-se novas abordagens, novo modelo de formação de equipes e espaços adequados para incentivar o pensamento criativo:

Abordagem – Ao iniciar um processo criativo é preciso expor a toda equipe: o que já se sabe sobre o desafio proposto, o que não se sabe e o que se supõe. Esta é a fase da compreensão. É o ponto de partida para novos questionamentos.

Equipes multidisciplinares – O valor “colaboração” fica mais rico quando envolve o trabalho de equipes multidisciplinares, onde diferentes profissionais de áreas distintas trabalham juntos, com a participação e contribuição do público-alvo e cliente.

O designer começa a trabalhar além do desenvolvimento do produto. Ele se relaciona com os profissionais que buscam o seu serviço, compreendendo suas necessidades e propondo soluções reais, transformadoras e duradouras. 

Espaços adaptáveis – Os espaços adaptáveis são ideais para a prática do Design Thinking. Ambientes que oferecem liberdade de expressão e que se adaptam aos criativos, influenciam a criação de pensamentos inovadores. Afinal, nossas ideias também são instigadas pelas nossas experiências físicas: pelo que vemos, ouvimos, inalamos e tocamos.

Nestes espaços é preciso haver a possibilidade de prototipar as ideias selecionadas para visualizar melhor o que está sendo desenvolvido dentro das mentes criativas.

Testes – Antes de efetivamente lançar a ideia aprovada, é interessante levá-la a público para testar sua intuitividade. Perceber se as pessoas (público-alvo) compreendem a mensagem que se deseja transmitir e como reagem à solução que se deseja oferecer.

Estes são exemplos do que muda entre o Design Thinking e o processo de criação convencional. Existe muito mais a conhecer sobre esse novo modelo mental que têm transformado os resultados de pequenas, médias e grandes empresas pelo mundo, e seus stakeholders. Deseja se aprofundar do assunto? Conheça o curso de Design Thinking Experience que está com vagas abertas na FFM.

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