S� metade das empresas diz checar se terceirizadas praticam irregularidades
30/11/-0001 00:00:00
Quase 7 em cada 10 empresas dizem n�o saber qual o grau de "quarteriza��o"de suas cadeias
Cerca de metade das empresas brasileiras diz analisar os riscos que as terceirizadas que contratam podem representar, como praticar corrupção, lavar dinheiro ou usar trabalho escravo.
Apenas 55% das companhias dizem fazer due dilligence (análise de risco) das subcontratadas. O percentual está abaixo da média mundial, de 62%.
Quase 7 em cada 10 (66%) dizem não saber qual o grau de “quarteirização” de suas cadeias, ou seja, até que ponto suas terceirizadas também estão subcontratando outras companhias e quais são elas.
Os dados fazem parte da pesquisa “Risco de Terceiros”, da Thomson Reuters. Foram ouvidas 1.132 empresas em nove países, sendo 120 no Brasil, durante o segundo semestre do ano passado.
O estudo destaca a falta de conhecimento em relação ao monitoramento de riscos, como práticas de corrupção e uso de trabalho análogo ao escravo, pelas terceirizadas -que podem levar à punição também das contratantes.
Os resultados são um alerta diante da lei de terceirização, que entrou em vigor em março e ampliou as possibilidades de subcontratação, antes limitadas às chamadas “atividades-meio”.
Segundo especialistas, a nova legislação também aliviaria a responsabilidade da contratante por irregularidades na terceirizada, o que pode agravar a já frouxa fiscalização feita pelas empresas em suas cadeias produtivas.
Mesmo tendo sido feita antes da aprovação da lei, a pesquisa mostra um grande entusiasmo no Brasil em relação à terceirização -87% dos entrevistados acreditam que a prática traz flexibilidade e competitividade, contra 74% na média mundial.
CORRUPÇÃO
Corrupção é o risco mais conhecido dos entrevistados brasileiros (52%), seguido por práticas anti-competitivas (40%) e violações de dados e segurança virtual (39%).
“O risco de corrupção é bem conhecido no Brasil seja pelas notícias, seja pelo fato de nossa lei anti-corrupção nas empresas ser recente.
As empresas não financeiras, em especial, não tinham contato nenhum com compliance [fiscalização interna contra irregularidades]”, diz José Leonélio de Souza, diretor de governança, risco e compliance da Thomson Reuters.
A lei, que entrou em vigor em 2014, prevê a responsabilização de pessoas jurídicas por crimes contra a administração pública.
A pesquisa, contudo, indica que a legislação ainda não “pegou”: 58% dos entrevistados brasileiros acreditam ser pouco provável sofrer alguma punição caso violem a regulação-pouco acima da média mundial, de 56%.
Fonte: Folha Press
Lince Tech - Potencializando negócios através de Pessoas, Tecnologia e Inovação
RH Brasil - Inovação e excelência em gestão de Recursos Humanos
Asset TI - Maximize recursos na nuvem com menos desperdício e mais eficiência
Exímio Soluções em TI - Soluções ideais para impulsionar seus negócios
Fundação Fritz Müller - Hub de conhecimento
Evento sobre a judicialização da saúde no Brasil aponta soluções para o equilíbrio do sistema
Seminário que reuniu cerca de 500 participantes de todo o país foi promovido pelo TJSC e Hospital SOS Cárdio
Sicoob e Visa lançam promoção “Me Leva Junto” que levará cooperados para assistir à Copa do Mundo da Fifa 2026
Campanha sorteará viagens internacionais com acompanhante para acompanhar um jogo do Brasil no maior torneio de futebol do mundo
ABRH-SC abre inscrições para o Prêmio Ser Humano 2026
A iniciativa chega à 16ª edição com o objetivo de reconhecer projetos que se destacam











