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Pensando carcomigo: será que fomos tão mal nas eleições?

JPK e Esperidião, dupla dinâmica pode ajudar Blumenau

Pensando carcomigo: será que fomos tão mal nas eleições?

Por Carlos Tonet
Redação do Jornal de Blumenau

 

Tava pensando carcomigo: não sei se perdemos muita representatividade nas últimas eleições.

Vejamos nosso desempenho de 2014.

Para federal elegemos Décio e JPK.

Décio foi carta fora do baralho.

JPK virou secretário, não teve importância como deputado.

Agora vamos aos estaduais: Jean, Ismael, Ana Paula.

Ana Paula foi carta fora do baralho no sentido de puxar coisas pra cá porque era oposição.

Ismael cuida das ovelhinhas do rebanho dele de olho na próxima eleição e só.

Jean mais preocupado em defender o governo do que ele mesmo.

Ou seja, somamos praticamente nada a coisa alguma.

Agora vejamos o quadro atual.

Âmbito federal:

Peninha é amigão do Bolso, trouxe ele pra Oktober e pra Blumenau mais de uma vez.

Pode ser estratégico, se houver uma aproximação.

Amin está em alta.

Amin teve 54 mil votos na cidade.

Sempre ajudou Blumenau e se interessou pela cidade.

O JPK é assessor dele.

Uma aproximação com ele daria bons resultados.

Tem ainda o Gilson do Novo de Pomerode.

Alinhado com muitos pontos do governo Bolsonaro.

Fala-se que o partido poderia lançá-lo candidato a prefeito de Blumenau, talvez sim, talvez não, não sei.

Também dever-se-ia buscar uma aproximação com ele.

Ângela Amin, é natural de Indaial.

Sempre ligada nas coisas do Vale.

Mais uma que pode render frutos com uma aproximação.

São quatro nomes com grande potencial: a Ângela, o Amin, o Gilson do Novo e o Penoso.

Somando tudo, bem trabalhado, pode ser até melhor do que elegemos em 2014.

(Nessa equação não entra o Dalirião, pois não o elegemos).

No quadro estadual, Ivan e Alba em poucos meses têm se destacado muito mais que o Ismael e o Jean em 240 anos de mandato acumulados.

Podem ainda render bons frutos.

Cabe uma aproximação também com eles, alinhar objetivos em comum.

E julgar o comprometimento de todos nas eleições de 2022.

Enfim: talvez nossa situação não esteja tão ruim em termos de representatividade se soubermos fazer os alinhamentos corretos.


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