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Comércio de Blumenau registra aumento nas vendas de Natal

Comércio de Blumenau registra aumento nas vendas de Natal

Um estudo realizado pela CDL Blumenau com empresas de onze segmentos, no centro e nos bairros de Blumenau, apontou que para a maioria dos entrevistados (55%), as vendas de Natal foram melhores em 2018 quando comparado ao mesmo período de 2017.

Para 23,4% as vendas foram menores e para 21,6% as operações comerciais ficaram bastante parecidas de um ano para o outro.

De acordo com a pesquisa o único setor que vendeu menos foi o de vestuário e calçados (moda em geral).

Neste 57,1% dos empresários relataram que as vendas de Natal, em 2018, diminuíram.

Para quem teve bons resultados, de acordo com o estudo, as vendas cresceram até 10% para 43,3% dos entrevistados.

Para 11,6% dos estabelecimentos, as vendas aumentaram entre 11% e 20%.

Para o presidente da CDL Blumenau, Helio Roncaglio, o resultado é positivo:

“Viemos de anos difíceis na economia, com alto índice de desemprego. Além disso, passamos por uma grande instabilidade política, que gerou muita insegurança. Dentro desse cenário, temos 75% dos entrevistados que venderam mais ou pelo menos tiveram vendas parecidas. É um ótimo indicativo”.

 

 

Pagamento

Na questão das formas de pagamento os números mostram que o consumidor está mais cauteloso.

Apesar do cartão de crédito ter sido a modalidade mais utilizada para as compras de fim de ano, a segunda opção foi o dinheiro, seguida do cartão de débito e o crediário próprio.

Com relação a quantidade de parcelamentos, a maior parte dos consumidores optou por prazos menores: 

  • - 60% parcelou em até cinco vezes, no máximo
  • - 28,3% optou por parcelar em até 10 vezes

 

O número ganha corpo no setor de móveis e eletrodomésticos (lojas de departamento), onde, levando em conta apenas este segmento, 91,7% dos clientes parcelaram em até 10 vezes as compras.

Destaca-se que no setor de vestuário e calçados, o crediário próprio das lojas é uma opção bastante utilizada (35,7%) dos consumidores, sendo que nesse setor sobe para 85,7% a opção em parcelar até cinco vezes.

“Nas conversas com os associados, notamos que o consumidor optou por comprar presentes mais baratos, evitando fazer dívidas por muito tempo. O parcelamento longo ficou, em geral, apenas para produtos de maior valor, como móveis e eletrodomésticos”, aponta Roncaglio.

 

 

Para os que venderam menos, 41,6% acreditam que as incertezas do cenários econômico e político foram responsáveis pela baixa nas vendas.

Destaca-se também a insegurança do consumidor (16,6%), que comprou menos e produtos mais em conta, de acordo com o levantamento.

 

 

Com relação ao comércio de rua, outro ponto que pode ter afetado negativamente as vendas, segundo entrevistados, foram as condições climáticas de elevação do calor e fortes pancadas de chuva.

De forma geral, 91,6% dos empresários estão bastante confiantes para 2019, acreditando que será um ano melhor nas vendas e resultados.

Neste sentido, 61,6 % dos entrevistados disseram que pretendem investir em capacitação profissional da equipe.

 

 

O levantamento aconteceu de 4 a 8 de janeiro e entrevistou 60 associados à entidade, localizados no centro e diversos bairros do município.

O estudo ouviu empresários de 11 segmentos: roupas e calçados; móveis, eletrodomésticos e colchões; bazar e brinquedos; mercados; relojoarias e óticas; farmácias; padarias e confeitarias; decoração; perfumes e cosméticos; materiais de construção e serviços.


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